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	<title>Atalho Comunicação Corporativa &#187; Notícias</title>
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		<title>9 razões para sua empresa não estar nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 18:52:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/9-razoes-para-sua-empresa-nao-estar-nas-redes-sociais/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-300x135.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="redes sociais" /></a>Lista mostra porque inserir marca em redes sociais não é para qualquer um

Segundo estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online, o Brasil possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011.
Com números tão expressivos, fica impossível para uma empresa não se deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Lista mostra porque inserir marca em redes sociais não é para qualquer um</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1814 aligncenter" title="redes sociais" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></p>
<p>Segundo estudo divulgado pelo Ibope Nielsen Online, o Brasil possui 46,3 milhões de usuários de redes sociais ativos em casa ou no trabalho, ficando em terceiro lugar no ranking mundial de 2011.</p>
<p>Com números tão expressivos, fica impossível para uma empresa não se deixar seduzir pelas oportunidades de crescimento oferecidas pelo Twitter, Orkut e Facebook. Mas será que a sua empresa precisa mesmo estar nas redes sociais?</p>
<p>De acordo com a L3 CRM, empresa especializada em soluções para Gestão de Relacionamento com Cliente, ser capaz de monitorar tudo o que está sendo falado sobre a companhia não é motivo suficiente. &#8220;Apesar de parecer um ótimo negócio, estar nas mídias sociais não é para qualquer um&#8221;, destaca o diretor da empresa, Leandro Lopes.</p>
<p>Para atentar às reais necessidades de inserir a imagem de uma empresa às redes sociais, a L3 CRM resolveu ir contra a corrente e listou 9 motivos para ficar longe dessas ferramentas de entretenimento e comunicação em massa.</p>
<p>Confira todas elas:</p>
<p><strong>1 – Conteúdo</strong></p>
<p>Sua empresa tem algo a dizer que não se esgota nos canais de comunicação tradicionais, como site, newsletter e anúncios publicitários? Se estiver sem assunto, é melhor passar longe das redes sociais. Um perfil desatualizado pode passar uma imagem de desleixo, e você não quer esse valor aliado à sua marca, quer?</p>
<p><strong>2 – Chatice</strong></p>
<p>Se o discurso da sua empresa é chato e irrelevante, não há espaço para ele nas redes sociais. Isso porque as pessoas não têm tempo para ler &#8216;chatices&#8217;. Elas podem até passar tempo demais na internet, mas não será lendo algo que não chama sua atenção;</p>
<p><strong>3 &#8211; Motivo</strong></p>
<p>Defina seus objetivos com cuidado. Simplesmente &#8220;quero minha empresa nas redes sociais&#8221; não é uma meta, e sim um meio para alcançar algo. Por que você quer estar presente? Quer gerar tráfego para o site? Aumentar seu cadastro de clientes em potencial? Gerar vendas? A simples presença de seus clientes (e concorrentes) não pode ser sua única motivação, ou você vai gastar tempo e dinheiro à toa;</p>
<p><strong>4 &#8211; Tempo e dinheiro</strong></p>
<p>Parece fácil e barato entrar nas redes sociais. Mas não é bem assim. Criar o perfil é grátis, mas desenvolver conteúdo para mantê-lo demanda o tempo de alguém, e isso tem custo.</p>
<p><strong>5 &#8211; CRM 1.0</strong></p>
<p>Como funciona sua relação com os clientes por vias tradicionais? Como anda seu site e SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor)? A menos que tudo funcione às mil maravilhas, essa não é a hora de aventurar-se nas redes. Se sua empresa é ruim no CRM tradicional, como vai se comportar no relacionamento com o cliente 2.0? E não vale oferecer um serviço melhor para os clientes digitais. Para ter uma comunicação realmente eficiente com o cliente, ela precisa ser totalmente integrada: todos os setores precisam conhecê-lo e atendê-lo da melhor forma e no menor tempo possível. Sem uniformidade, é melhor ficar offline.</p>
<p><strong>6 &#8211; Comunicação interna</strong></p>
<p>Como funciona a relação com seus colaboradores? Não adianta propor um diálogo com clientes via redes sociais se sua empresa nunca conversou com os próprios funcionários. Eles são seu público-alvo número 1, seus maiores vendedores, mas quase sempre ficam completamente à parte de qualquer iniciativa criada online. Muitas vezes são proibidos de acessar essas redes no ambiente de trabalho. Manter uma relação digital aberta e direta será complicado se a empresa já gasta tempo e energia contra o chamado &#8220;rádio peão&#8221;;</p>
<p><strong>7 – Medo</strong></p>
<p>Você tem pavor de que falem mal da sua empresa? Lembre-se que, nas redes sociais, cada um diz o que bem entende. Os consumidores aproveitam esse espaço para emitir opiniões sobre diversos assuntos, incluindo as marcas que os agradam ou decepcionam. Alguém pode reclamar do seu produto ou serviço. E você não pode impedir isso. Há como responder de forma eficaz e conquistar aquele cliente de volta, mas não há a possibilidade de controle sobre o teor das conversas. Ou você se acostuma a lidar com isso, ou é melhor ficar de fora;</p>
<p><strong>8 – Conhecimento</strong></p>
<p>O mercado não disponibiliza somente duas opções de redes sociais. Por isso, conhecer seu público-alvo e saber que mensagem você quer passar são essenciais na hora de escolher o melhor canal de comunicação. Pode ser que seu cliente goste de podcasts e você continua insistindo em apresentações por slide;</p>
<p><strong>9 &#8211; Resultados</strong></p>
<p>Você queria entrar nas redes sociais para saber mais sobre seu cliente. E agora? Reunir um monte de dados não é garantia que você vai entender melhor esse consumidor e vender mais. A empresa precisa ter um objetivo claro de como utilizará a informação. Estratégia é tudo. E nas redes sociais não poderia ser diferente.</p>
<p><em>Fonte: MSN.com</em></p>
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		<title>Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo. Conheça quais estão entre as 15.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:00:04 +0000</pubDate>
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Com um valor de US$ 71,8 bilhões, a Coca-Cola se manteve como a marca mais valiosa do mundo, segundo o relatório &#8220;Melhores Marcas Globais&#8221;, da Interbrand. O valor da companhia de bebidas ficou em US$ 71,8 bilhões. A marca vem liderando com folga nos últimos dez anos, enquanto outras disputam posições. A Microsoft, por exemplo, [...]]]></description>
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<p>Com um valor de US$ 71,8 bilhões, a Coca-Cola se manteve como a marca mais valiosa do mundo, segundo o relatório &#8220;Melhores Marcas Globais&#8221;, da Interbrand. O valor da companhia de bebidas ficou em US$ 71,8 bilhões. A marca vem liderando com folga nos últimos dez anos, enquanto outras disputam posições. A Microsoft, por exemplo, perdeu a segunda posição em 2008 para a IBM, tendo seu valor reduzido de US$ 60,89 bilhões em 2010 para US$ 59,08 bilhões em 2011. Na quarta posição vem o Google, cuja valorização cresce cada vez mais, ameaçando a Microsofit: de US$ 43,55 bilhões em 2010 para US$ 55,31 bilhões no ano passado.</p>
<p>O maior salto do estudo, porém, foi da Apple. Com seus produtos de sucesso como o iphone e o ipad, a marca superou outras nove empresas em 2011, chegando a oitava posição. Seu valor passou de US$ 21,14 bilhões para US$ 33,49 bilhões em 2011.</p>
<p>Veja a lista completa:</p>
<p>1- Coca-Cola</p>
<p>2- IBM</p>
<p>3- Microsoft</p>
<p>4- Google</p>
<p>5- GE</p>
<p>6- Mc Donald&#8217;s</p>
<p>7- Intel</p>
<p>8- Apple</p>
<p>9- Disney</p>
<p>10- HP</p>
<p>11- Toyota</p>
<p>12- Mercedes Benz</p>
<p>13- Cisco</p>
<p>14- Nokia</p>
<p>15- BMW</p>
<div>
Fonte: Extra On line</div>
</div>
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		<title>Email Marketing: você sabe como está sua reputação?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:00:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/email-marketing-voce-sabe-como-esta-sua-reputacao/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Já faz algum tempo que analistas profetizam a “morte” do email. Eles alegam que as redes sociais, os softwares de comunicação instantânea, as mensagens de texto (torpedos) e outros recursos tecnológicos, somados ao aumento do volume de mensagens indesejadas e de spam, vão acabar sepultando o correio eletrônico como ferramenta de relacionamento e de marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que analistas profetizam a “morte” do email. Eles alegam que as redes sociais, os softwares de comunicação instantânea, as mensagens de texto (torpedos) e outros recursos tecnológicos, somados ao aumento do volume de mensagens indesejadas e de spam, vão acabar sepultando o correio eletrônico como ferramenta de relacionamento e de marketing direto.</p>
<p>Na verdade, essa é uma visão distorcida de quem ainda não entendeu que o avanço da Web 2.0 transformou o email marketing em uma peça-chave para as campanhas &#8211; que tem, cada vez mais, o desafio de engajar suas audiências e estabelecer relacionamentos mais personalizados entre marcas e consumidores com ofertas customizadas.</p>
<p>Para ser eficiente, o email não pode mais ser visto simplesmente como uma “mala direta digital”, mas sim como parte importante de uma estratégia multiplataforma integrada, capaz de alcançar os destinatários em diversos ambientes virtuais e vários dispositivos – nas redes sociais, no celular ou onde quer que o cliente possa ser contatado.</p>
<p>De acordo com a estimativa do Radicati Group (www.radicati.com), em 2010 foram enviados cerca de 294 bilhões de emails por dia, em todo mundo, ou 2,8 milhões por segundo, ou 90 trilhões por ano. Estes números impressionam &#8211; mas a má notícia é que cerca de 90% destas mensagens eram spam. Isso demonstra a grande necessidade, para os remetentes, de investir na melhora de sua reputação, para conseguir entregar seus emails na caixa de entrada dos destinatários, já que a tendência é uma dificuldade cada vez maior para o ingresso de emails indesejados, na medida em que os provedores vão se tornar cada vez mais seletivos e criteriosos na liberação de mensagens para seus usuários.</p>
<p>Recentemente, fizemos na Return Path uma pesquisa chamada “Relatório de Reputação do Remetente: Fatores-Chave que Impactam a Entregabilidade do Email” (http://www.returnpath.net/landing/reputationfactors/). Nossa equipe de Analistas avaliou dados de mais de 18 milhões de endereços de IP, obtidos junto aos 30 maiores provedores de acesso do mundo, além de um grande volume (mais de 2,1 bilhões) de endereços de email de destinatários na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.</p>
<p>No estudo, foram analisadas as taxas de reclamação, número de spam traps e taxas de usuários desconhecidos, de acordo com os índices do Sender Score (pontuação do remetente). Esta análise teve o objetivo de avaliar de que forma a reputação impacta a taxa de ingresso na caixa de entrada e a qualificação dos <em>senders</em> como remetentes confiáveis. Como esperado, os resultados demonstram a necessidade urgente dos remetentes em examinar com atenção alguns fatores críticos que comprometem o desempenho de suas campanhas de email marketing.</p>
<p>Com o avanço do comércio eletrônico no mercado brasileiro, além de modelos específicos de negócios de vendas on-line, como as compras coletivas e os outlets virtuais, o email se consolidou como um recurso indispensável para gerar leads e vendas, já que estes sites precisam enviar diariamente ofertas atraentes para seus consumidores. Mas de nada adianta disparar boas ofertas, mesmo que segmentadas e customizadas, se a mensagem não chegar ao seu destinatário, ficar presa no gateway ou for direto para a pasta de lixo eletrônico.</p>
<p>Se a cada milhão de mensagens enviadas 20% não são entregues, o prejuízo é de 200 mil contatos não realizados &#8211; o que certamente gera um impacto bastante negativo na geração de receita e a perda de oportunidades de ‘branding’. Para que a sua campanha não se perca nas estradas digitais, há três fatores críticos que levam os provedores a liberar ou bloquear um email e que devem ser observados:</p>
<p>-         A reputação do servidor de email do remetente, que é determinada por métricas como taxa de reclamações, índices de spam traps, taxas de usuários desconhecidos, entre outras;</p>
<p>-         A infraestrutura de envio, que mostra se o remetente é um servidor de email real e não um “botnet” usado por spammers;</p>
<p>-         Conteúdo que gera reclamações de usuários.</p>
<p>Evidentemente, as reclamações levam a uma reputação baixa. No caso de alguns provedores de serviços de email (ESPs), as taxas de reclamação podem até parecer baixas e estes remetentes podem apresentar um “Sender Score” entre 50 e 80, mas isso ocorre pelo simples motivo de que as taxas de entrega também são baixas &#8211; ou seja, os destinatários não reclamam de emails que não receberam. Por isso, quando uma alta taxa de reclamações aparece associada a uma alta taxa de entrega, isso indica que &#8211; muito breve &#8211; o volume de emails que chegarão na caixa de entrada dos destinatários começará a cair se nada for feito para corrigir a situação. Além disso, os remetentes com melhor reputação, com “Sender Score” acima de 80, têm poucos (ou nenhum) <em>spam traps</em> nas suas listas; ou seja, têm bases limpas e não apresentam uma taxa de usuários desconhecidos superior a 1%.</p>
<p>Devido a essa diferença na leitura das métricas específicas, quem contrata um provedor deve tomar cuidado para não receber uma análise imprecisa da sua reputação de remetente. Muitos provedores de serviços de email divulgam taxas de aceitação altas a fim de mostrar que alcançam taxas de entrega também altas. Porém, não basta mensurar “entrega” e “aceitação”, já que isso demonstra apenas o que foi aceito para entrega no <em>gateway</em> do provedor &#8211; e não o que realmente ingressou na caixa de entrada. Quem envia uma campanha de email precisa saber exatamente para onde suas mensagens vão e, para isso, é necessário uma análise com métricas de entrega mais sofisticadas.</p>
<p>A pesquisa da Return Path demonstrou que, de fato, os IPs de remetente com Sender Score baixo também apresentam baixas taxas de entrega. Provedores de serviços de email com Sender Score entre 41 e 50 têm uma IPR (Inbox Placement Rates – Taxa de Ingresso na Caixa de Entrada) de 64% &#8211; ou seja, 36% de suas mensagens são bloqueadas ou vão direto para a pasta de lixo eletrônico. Já os remetentes com Sender Score na faixa de 50 a 69 apresentam maior Taxa de Ingresso na Caixa de Entrada (em média 71% para Sender Score entre 51 e 60, e 76% para Sender Score entre 61 e 70).</p>
<p>Além disso, ocorre também uma queda no índice de emails rejeitados ainda no gateway. No entanto, ainda é observado um volume alto de rejeição depois da passagem pelo gateway. Apenas os IPs de remetente com Sender Score alto &#8211; acima de 91 &#8211; apresentam uma Taxa de Ingresso na Caixa de Entrada de 88% (alta, porém ainda abaixo dos 99% que alguns provedores de serviços de email alegam obter).</p>
<p>Para melhorar seu desempenho, os provedores de serviços de email também devem adotar a prática de envio de emails autenticados &#8211; e, para isso, precisam obrigatoriamente ter uma boa reputação. O estudo da Return Path concluiu que os IPs com Sender Score entre 90 e 100 têm 42% mais chances de ser aprovados nas checagens do DKIM (“DomainKeys Identified Mails”) do que aqueles com Sender Score entre 70 e 79. Além disso, é fundamental implementar protocolos de autenticação para proteger sua marca contra “spoofing” e tentativas de “phishing”.</p>
<p>Em resumo, de nada adianta investir em campanhas criativas e ações de engajamento do cliente, seja para aumentar as vendas online ou para reforçar o posicionamento de marca, se as mensagens simplesmente não forem entregues aos seus destinatários. Conseguir se destacar em meio aos trilhões de emails enviados todos os anos vai se tornar cada vez mais difícil para aqueles que não contam com o apoio de ferramentas específicas para medir sua reputação de remetente, além de protocolos de autenticação que abram os gateways. Saber identificar quem é o seu cliente, como ele se comporta na Web  e que tipo de oferta ele espera receber é apenas o primeiro passo. Chegar até ele é o grande desafio. E então? Vamos começar a cuidar da sua reputação?</p>
<h4><em>Louis Bucciarelli - <em>Country Manager, Return Path Brasil</em></em></h4>
<p><em>Fonte: Abemd</em></p>
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		<title>Atalho Comunicação começa o ano fortalecendo seus valores, sonhos e metas para 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 11:00:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/atalho-comunicacao-comeca-o-ano-fortalecendo-seus-valores-sonhos-e-metas-para-2012/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>A Atalho Comunicação e a Pepita Consultoria, representante da Idea Connection Systems na América Latina, formaram uma parceria de sucesso que irá fortalecer e alinhar a visão da equipe, de forma a construir um time sinérgico, eficaz e confiante.
Através do Team Building Motivacional serão promovidos encontros durante todo o ano, a fim de trabalhar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Atalho Comunicação e a Pepita Consultoria, representante da Idea Connection Systems na América Latina, formaram uma parceria de sucesso que irá fortalecer e alinhar a visão da equipe, de forma a construir um time sinérgico, eficaz e confiante.</p>
<p>Através do Team Building Motivacional serão promovidos encontros durante todo o ano, a fim de trabalhar os valores e comportamentos de uma equipe de sucesso: talentos criativos com liderança participativa, responsabilidade compartilhada e de alta comunicação com foco no futuro.</p>
<p>Serão oito módulos, incluindo a consultoria de <em>coaching</em>, que terão por objetivo focar as sete qualidades do “ser inovador”: visionário, investigativo, ousado, criativo, construtor de relacionamentos, proativo e realizador.</p>
<p>No primeiro encontro, realizado no dia 6 de janeiro, foram definidos os principais objetivos estratégicos da Atalho, assim como sua missão, visão e valores. O treinamento incluiu vídeos motivacionais, palestras inovadoras, jogos de relacionamento em equipe, além de exercícios práticos e confraternização. A segunda reunião já tem data marcada: será no dia 26 de janeiro e contará com um novo integrante, que virá somar ainda mais aos talentos da agência.</p>
<p>Nos próximos módulos serão trabalhados a melhor administração de tempo, o acompanhamento de metas e o realinhamento de planos de ação, além de avaliação 360 graus, jogos de negócios, formatações de feedback, entre outras atividades apaixonantes que levará o time da Atalho rumo às metas de 2012.</p>
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		<title>Ibope Media lança ferramenta que monitora e-commerce brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:10:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/ibope-media-lanca-ferramenta-que-monitora-e-commerce-brasileiro/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>E-tail Report, apresentado na feira E-merging Markets, traz informações sobre o comportamento dos consumidores no varejo online e da concorrência
O Ibope Media lança uma ferramenta focada no comércio eletrônico brasileiro, com o objetivo de auxiliar o mercado a criar novas métricas para o setor. O E-tail Report mensura o comportamento dos consumidores na internet e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">E-tail Report, apresentado na feira E-merging Markets, traz informações sobre o comportamento dos consumidores no varejo online e da concorrência</p>
<p>O Ibope Media lança uma ferramenta focada no comércio eletrônico brasileiro, com o objetivo de auxiliar o mercado a criar novas métricas para o setor. O E-tail Report mensura o comportamento dos consumidores na internet e busca informações sobre os hábitos dos usuários dos principais sites de vendas.</p>
<p>O serviço apresenta dados de fluxo de consumo do varejo eletrônico, volume de vendas dos itens mais visualizados e informações sobre a quantidade de produtos adicionados ao carrinho do consumidor, em comparação aos que efetivamente foram comprados.</p>
<p>Alguns dos indicadores que a ferramenta divulga são as taxas de conversão e o ticket médio. Também será possível uma análise mais profunda da concorrência, por meio de relatórios de tendência e evolução, listas das marcas e categorias mais pesquisadas e compradas.</p>
<p>O Ibope já divulgou dados parciais de outubro de 2011, sobre os cinco setores que os internautas mais visualizaram nas lojas. Os eletroeletrônicos lideram o ranking, seguidos por vestuário/têxtil e itens de cultura (livro, CD e DVD). Fecham a lista dos mais procurados os objetos de casa e decoração e de informática.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que, dentro de eletroeletrônicos, as categorias mais vistas de forma detalhada foram os eletrodomésticos. Em segundo lugar estão televisão, vídeo e DVD e, em terceiro, os eletroportáteis para a casa.</p>
<p>O painel representa as nove principais regiões metropolitanas do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília e o interior de São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: Mundo do Marketing</em></p>
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		<title>O que você deve saber sobre o consumidor em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/o-que-voce-deve-saber-sobre-o-consumidor-em-2012/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Experiência, conveniência e curadoria são algumas das principais reivindicações a serem atendidas pelas empresas, segundo a pesquisa Retail Trend 2012, realizada pelo The Future Laboratory
Mais conveniência, autenticidade e experiência são algumas das principais reivindicações do novo consumidor mundial. É o que mostra a pesquisa internacional Retail Trend 2012, realizada pelo The Future Laboratory, sobre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Experiência, conveniência e curadoria são algumas das principais reivindicações a serem atendidas pelas empresas, segundo a pesquisa Retail Trend 2012, realizada pelo The Future Laboratory</h3>
<p style="text-align: justify;">Mais conveniência, autenticidade e experiência são algumas das principais reivindicações do novo consumidor mundial. É o que mostra a pesquisa internacional Retail Trend 2012, realizada pelo The Future Laboratory, sobre as tendências do varejo global para o próximo ano. Apesar dessas questões não serem novas no mercado, ainda são poucas as empresas que seguem estes conceitos e estratégias para se aproximarem do público. De acordo com o estudo, os clientes estão cada vez mais exigentes e ligados às questões de responsabilidade social e sustentabilidade.</p>
<p>A pesquisa aponta que uma nova geração de consumidores determinará uma reinvenção do varejo por meio de conceitos como o “revivalismo” e o “Rubarnism”, apresentados pela Future Laboratory, além da curadoria. Estas características trarão produtos naturais e menos estímulos para as grandes cidades. Algumas empresas como Starbucks, Domino’s e Moleskine já apostam nesta reestruturação e investem na interatividade, transparência com o público e construção de uma herança da marca. Por aqui, nomes como Pão de Açúcar e O Boticário também realizam um trabalho alinhado às exigências dos consumidores.</p>
<p>As tendências para o próximo ano impulsionarão as marcas a mudarem de postura no mercado conforme o desejo dos clientes. “O consumidor está buscando uma vida com menos estresse e estímulos. Ele procura a super conveniência. As pessoas, por exemplo, não querem mais ir ao supermercado, mas à lojinha de bairro, sem pegar trânsito. Também buscam artigos com herança e mais relacionados às artes, com aparência de feitos à mão. Faz parte ainda dessa busca uma curadoria das marcas, sem tantas opções do mesmo produto”, explica Paulo Al-Assal, Diretor Geral da agência Voltage, representante do estudo no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Diálogo com o Cliente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atendimento de qualidade é um dos fatores mais desejados pelos consumidores em relação às empresas. Para satisfazer o consumidor, segundo o levantamento, é necessário construir formas diferenciadas de dialogar com o público e entender como a marca é percebida por ele. Uma das estratégias propostas para as empresas por Al-Assal é saber utilizar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) ao seu favor. Atualmente, o serviço se configura como um monólogo, no qual apenas o consumidor fala e as companhias não reagem de acordo com as expectativas.</p>
<p>“Se o SAC recebe cerca de 30 mil ligações e realiza o cadastro destas pessoas, a empresa já conta com uma grande de base de perfis dos consumidores que são engajados com a marca e desejam contribuir. Por meio desse material podem ser feitas pesquisas mercadológicas, incentivar os consumidores a co-criarem com a empresa e a produzirem soluções relevantes”, destaca Al-Assal.</p>
<p>O acompanhamento nas redes sociais também se torna cada vez mais importante nesta nova disposição do varejo. Os clientes exigem um diálogo mais autêntico e ágil, principalmente os jovens da geração Y e Z que se identificam mais com os canais na internet do que com o serviço por telefone. Um caso clássico de transparência e co-criação foi a estratégia da Domino’s Pizza, nos Estados Unidos. Após ter registrado 6% de queda nas vendas, a rede decidiu reformular o cardápio com a ajuda dos clientes que reclamavam das mudanças na qualidade do produto. Durante meses, a empresa testou junto com os consumidores diversas inovações nas receitas até chegar ao cardápio atual.</p>
<p>Neste mês, a Domino’s americana também criou uma ação relacionando dois conceitos demandados pela nova geração de consumidores. Juntou interatividade e conveniência e produziu o game Pizza Hero para iPads (foto acima). O jogo promove uma competição entres os usuários no quesito velocidade de preparo e é possível receber em casa a pizza criada virtualmente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Experimentação da marca</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com mais informações e ferramentas online de pesquisa, os consumidores tornam-se extremamente exigentes e pesquisam muito antes de comprar, procurando saber de onde vem o produto adquirido e a história da empresa. Para gerar experiência do online no offline, algumas lojas na Europa montaram quiosques de busca virtual nas unidades para que o cliente pudesse fazer uma pesquisa sobre o produto no próprio espaço. A ideia é superar uma disposição dos internautas conhecida como ROPO (Research Online, Purchase Offline), pela qual as pessoas realizam buscas na web sobre o produto, mas acabam comprando nas lojas físicas.</p>
<p>Os varejistas europeus e americanos têm investido em exposições interativas e educacionais destinadas a aproximar o cliente do processo de produção. A Heineken já consegue proporcionar estes elementos com a “Heineken Experience”, o museu sobre a cervejaria e seus produtos, localizado em Amsterdã, na Holanda. Desde 2001, o local oferece uma excursão aos processos de fermentação da cerveja durante os anos. Caminho semelhante seguiu as cervejarias Therezópolis, Grupo Petrópolis e Ambev, com a Bohemia, ao criarem pontos turísticos de visitação às fabricas da empresa, com direito à degustação e visualização dos processos de produção, nas cidades da Região Serrana, no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>“O grande protagonista no varejo não é mais o produto, mas outras variáveis mais importantes, por exemplo, o relacionamento e a curadoria. As marcas têm que ensinar as pessoas e engajá-las. O Brasil ainda não está oferecendo a super conveniência, principalmente nas grandes cidades, como São Paulo, onde a falta de mobilidade é gigantesca”, afirma Al-Assal. O Boticário, no entanto, já conseguiu enxerga o valor da conveniência e, além do e-commerce, conta com mais três mil pontos de venda espalhados pelo país, entre lojas de bairros e grandes centros comerciais.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>e-commerce e a super conveniência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os meios virtuais de venda já não são novidades, mas se fortalecem a cada dia a partir de consumidores que buscam o conforto de acessar os serviços e produtos a qualquer hora e de qualquer lugar. Responsável por 50% de todas as transações no Japão, o mobile commerce ganha cada vez mais espaço no mercado brasileiro com o crescimento do número de usuários de smartphones.</p>
<p>As gerações Y e Z, principalmente, devem formalizar o canal nos próximos anos. Somente nos Estados Unidos, as compras com o celular devem atingir a marca de US$ 8,6 milhões em 2014, segundo a ABI Research. O mobile payment também deve crescer no país seguindo esta tendência, a Lojas Colombo, Submarino.com, Saraiva e Pão de Açúcar já aceitam pagamentos por meio de celulares com sistemas da operadora Oi e Vivo.</p>
<p>Com os mais de 230 milhões de telefones móveis no Brasil, segundo dados da Anatel do último mês, o mercado se torna otimista em relação ao modelo de compra. “O mobile será uma moeda no futuro. O consumidor brasileiro é desconfiado com as compras online, é da cultura da população. Mas este tipo de transação já é uma realidade no Japão e, no Brasil, temos grande potencial de torná-la também. Existe uma previsão de que US$ 115 bilhões serão gastos por meio do mobile commerce até 2015”, ressalta Al-Assal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rubarnism e sustentabilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A super conveniência também está relacionada a outros conceitos, como o modelo chamado “Rubarnism”, que procura trazer as coisas boas da vida no campo para a metrópole, como produtos orgânicos e artesanais, embalagens mais simples e menos opções de escolha para os pontos de venda. De acordo com o estudo, a prática já está sendo empregada na Europa. “Supermercados na Inglaterra e na França aplicam a super conveniência em três aspectos: no tamanho e formato da loja, na diminuição do mix de produtos e na aproximação do cliente, com mercados de bairro”, explica Al-Assal.</p>
<p>A tendência Rurbanism está relacionada à busca pela autenticidade, uma reação avessa à onipresença da vida digital. Esta revolução está impulsionando uma mudança da geração do “eu” para a do “nós”, pela qual os consumidores buscam consumir alimentos de produtores locais, ajudando também o seu meio social. Seguindo está tendência, algumas redes de supermercado aumentaram a oferta de alimentos orgânicos e produtos caseiros, como o Walmart e o Pão de Açúcar, favorecendo a sustentabilidade de pequenos produtores.</p>
<p>Desta forma, o consumidor não deseja apenas que as marcas compartilhem esses valores, mas também que ajudem a expressá-los. O público prefere aderir a campanhas que realizem de fato uma atividade de cunho social, como faturamento revertido para causas sociais e preocupação com o meio ambiente, segundo a pesquisa global. Este mês, a Coca-cola lançou a embalagem com 30% do PET feito a partir da cana de açúcar para a marca de água mineral Crystal, que mostra ao consumidor melhorias à natureza ao fazer com que o plástico possa ser amassado após o consumo, reduzindo em 35% o seu volume para facilitar o armazenamento do material reciclável.</p>
<p>Já o Pão de Açúcar tem trabalhado o revivalismo, inserido no conceito de trazer o campo para cidade, por meio da construção dos seus modelos de padaria dentro dos supermercados. Os espaços organizados nas lojas trazem características rurais e designs artesanais. “Todas as empresas têm que ficar ligadas nas tendências, mas cada uma terá que avaliar em quais se encaixam e como podem explorá-las. É preciso estudar o que o cliente da marca deseja”, destaca Paulo Al-Assal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>História e Curadoria: menos é mais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é possível mudar o perfil do negócio apenas para tentar acompanhar os novos valores de consumo, nem toda empresa conseguirá transmitir um caráter mais artesanal ou natural se lida, por exemplo, com tecnologia. Existem outros aspectos, no entanto, que podem ser incorporados por toda indústria, como a curadoria. Contrariando a lógica de super produção do mercado, os consumidores, segundo o estudo global, desejam menos opções nas gôndolas dos pontos de venda, desde que sejam bem selecionadas e estejam de acordo com suas necessidades e desejos.</p>
<p>Outra abordagem que serve para todos os setores e categorias é inserir a história da marca junto aos produtos. O conceito é muito bem utilizado no mercado de Luxo, com marcas centenárias, como Louis Vuitton e Channel, que agregam ao valor das suas coleções a herança histórica. Uma empresa jovem, no entanto, também pode criar uma narrativa para atrair os consumidores. Como fez a Moleskine, fundada em 1997. A marca se apropriou da história ao relacionar os seus cadernos a escritores e artistas, como Ernest Hemingway e Picasso, que usavam blocos semelhantes para anotações.</p>
<p>“Sabemos que o consumidor está cansado de tanto estímulos. Ele procura um Danoninho, por exemplo, e tem várias possibilidades diante de si. Por que não facilitar a vida dessa pessoa e fazer uma curadoria? Por que não diminuir o número de produtos expostos? Menos é mais. As pessoas estão cansadas do excesso de tanta informação e estímulos. A marca pode se segmentar, criar nichos de produtos, mas precisa diminuir as escolhas”, declara o Diretor Geral da Voltage.</p>
<p style="text-align: justify;"><em> Fonte: Mundo do Marketing</em></p>
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		<title>Limpoo Multiserviços escolhe a Atalho para desenvolver nova identidade visual</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 11:00:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/limpoo-multiservicos-escolhe-a-atalho-para-desenvolver-nova-identidade-visual/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Há dez anos no mercado de soluções em limpeza e com filiais nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, a Limppo Multiserviços encontra-se em fase de expansão pelo país. A empresa, que definiu novas estratégias de posicionamento, selecionou a Atalho para diagnosticar, elaborar e implantar novo plano de comunicação, através de ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há dez anos no mercado de soluções em limpeza e com filiais nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, a Limppo Multiserviços encontra-se em fase de expansão pelo país. A empresa, que definiu novas estratégias de posicionamento, selecionou a Atalho para diagnosticar, elaborar e implantar novo plano de comunicação, através de ações On e o Off-line.</p>
<p>O acordo entre a agência e a Limpoo foi realizado por meio de contratação de FEE Mensal, onde investimento e prazos de execução são previamente definidos, a partir de demanda de ações e tempo dedicado pelos profissionais aos Jobs estipulados. Contratos com informações personalizadas e flexibilidade para pagamento são características dessa forma de contratação.</p>
<p>O método ainda proporciona alinhamento de estratégia entre todas as ações planejadas, que passam a ser coordenadas por uma única interface entre a agência e o cliente e resultará em substancial otimização de reuniões, briefings e feedbacks. A prática de Fee Mensal também oferece maior agilidade no atendimento de novas demandas,<strong> </strong>devido ao maior conhecimento do negócio do cliente, além da redução de custos de ações avulsas, considerando que em um projeto maior, os custos unitários são reduzidos.</p>
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		<title>Brasil rumo ao 5º lugar para o Google</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 11:00:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/brasil-rumo-ao-5%c2%ba-lugar-para-o-google/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/Google-Brasil.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="Google Brasil" /></a>Empresa espera um bom impulso do mobile e da mídia social para 2012
O Google Brasil é atualmente o sexto mercado para o Google, posição conquistada neste ano, ao superar o Canadá. Agora, caminha para ser o quinto. Esse patamar, aguardado para 2012, se baseia nos números de crescimento da empresa no País. Em evento fechado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Empresa espera um bom impulso do mobile e da mídia social para 2012</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1773" title="Google Brasil" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/Google-Brasil.jpg" alt="" width="195" height="129" />O Google Brasil é atualmente o sexto mercado para o Google, posição conquistada neste ano, ao superar o Canadá. Agora, caminha para ser o quinto. Esse patamar, aguardado para 2012, se baseia nos números de crescimento da empresa no País. Em evento fechado no qual fez um balanço do ano, o Google Brasil salientou que 2011 foi “belíssimo”. A companhia não costuma dar índices, porém altos executivos da sede em Mountain View declararam que as estimativas eram de alta de 80% na receita da operação brasileira neste ano. Por aqui, só se fala em confirmação das expectativas. Fábio Coelho, o comandante do Google no Brasil, celebra a ampliação de pessoal, as transmissões de shows como Rock in Rio, o crescimento do Street View e resultados importantes do Orkut. Em 2012, espera-se que venha um bom impulso do mobile e da mídia social.</p>
<p><em>Fonte: Meio &amp; Mensagem</em></p>
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		<title>Mercado publicitário deve crescer 9% neste ano, diz Abap</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 11:00:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/mercado-publicitario-deve-crescer-9-neste-ano-diz-abap/"><img align="left" hspace="5" width="120" src="" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>A expectativa do presidente da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) Luiz Lara é de que o mercado publicitário brasileiro registre um crescimento de 9% este ano. O dado foi divulgado em uma coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, no mesmo local em que a entidade promove a sua última reunião anual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A expectativa do presidente da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) Luiz Lara é de que o mercado publicitário brasileiro registre um crescimento de 9% este ano. O dado foi divulgado em uma coletiva de imprensa realizada no Rio de Janeiro, no mesmo local em que a entidade promove a sua última reunião anual. Lara considera o resultado positivo. “Sobre uma base de 17%, que foi o crescimento registrado em 2010, um ano de Copa, é um resultado muito bom. É importante avaliarmos a consistência deste crescimento”, disse.</p>
<p>Para 2012, Lara acredita em um novo desempenho positivo do mercado, apesar da crise europeia. “O Brasil é um País forte e, mesmo prevendo um crescimento mais conservador, acredito que o mercado deva crescer em torno de 8%. O mais importante é a continuidade, o crescimento constante”, comentou. O presidente da Abap acredita que, em 2013 e 2014, o crescimento aconteça em níveis maiores. “Com a proximidade da Copa e das Olimpíadas, deve voltar um ritmo mais intenso. Será necessária toda a infraestrutura, teremos campanhas temáticas muito presentes”, falou. No próximo ano, Lara acredita que o mercado varejista deva ser o grande destaque do primeiro semestre para a publicidade. “Talvez seja o setor anunciante mais ativo, com ações promocionais. Mesmo assim, os anunciantes já perceberam que o Brasil é um mercado chave”, apontou.</p>
<p><strong>A nova classe média<br />
</strong><br />
Diante deste cenário, a nova classe média tem papel fundamental, destacou Lara, logo antes de Paulo Zoéga, diretor da Abap, sócio e vp de operações da QG Comunicação, apresentar dados de uma pesquisa sobre este segmento populacional desenvolvida pela CPM. O grupo em questão envolve quase 100 milhões de pessoas. O objetivo da pesquisa foi avaliar o poder de consumo desta fatia da população. “Em 100 milhões de pessoas, é impossível imaginar que tenhamos um grupo coeso. Fizemos uma pesquisa qualitativa e encontramos quatro grupos bem definidos”, disse.</p>
<p>Os segmentos da nova classe média podem ser classificados em: segura e ponderada (19%), satisfeita e atualizada (19%), insegura e contraditória (21%) e insatisfeita e carente (41%). A “segura e  ponderada” inclui pessoas que já eram da classe média e tinham acesso aos produtos da cesta básica e escolas, entre outros. “Eles tem mais capacidade de consumo e estão fazendo a migração de marcas, fazendo um upgrade em qualidade de vida”, explicou. Já a “satisfeita e atualizada&#8221; envolve pessoas que não tinham acesso ao consumo, mas estão felizes por agora poderem ter.</p>
<p>Os outros dois grupos, explicou Zoéga, vivem em conflito. O “insegura e contraditória” inclui pessoas que consomem, tem acesso a produtos que não tinham antes, mas não sabem como tomar a decisão de compra. “Estas pessoas incorporam os hábitos que não tinham, mas com certa dúvida, com uma angústia”, fala. O maior número de pessoas deste grupo está localizado em cidades do Norte e Nordeste. Já o grupo de “insatisfeita e carente” envolve a maior parte da nova classe média. “É um consumidor que estava abaixo da linha de consumo. Ele passa a consumir certas categorias pela primeira vez, mas não necessariamente foi beneficiado culturalmente. Tem o bolso cheio, pagou dívidas, mas ele ainda não reverteu isto para o seu bem estar. Ele precisa de orientação, seja através de uma embalagem, de ações no ponto de venda. Precisa que a comunicação tenha um tom educacional para orientá-lo”, explicou. Para este público, a propaganda é fundamental. “Para falar com ele de maneira objetiva e clara, para que ele fique a vontade com as marcas. Tem que haver uma comunicação direta, transparente”, avaliou.</p>
<p><strong>Perfil do mercado<br />
</strong><br />
A Abap mostrou ainda dados da “Pesquisa de Serviços de Publicidade e Promoção” baseada em dados do IBGE, que fez uma radiografia das agências de publicidade e promoção com 10 ou mais pessoas. Em dezembro de 2008, eram 10.874 agências de publicidade no Cadastro Central de Empresas mas várias tinham apenas uma só pessoa &#8220;ocupada&#8221;. Apenas 626 tinham 10 ou mais pessoas trabalhando, o que representa 5,8% deste total. A receita que este grupo gerou foi de R$ 5 bilhões, com R$ 3,4 bilhões para comissionamento de veículos, BVs e fee; e R$ 1,4 bilhões respondendo pela receita sobre produção e serviços internos. A compra e revenda de espaços recebeu R$ 0,2 bilhões. No total, estas 626 agências empregam 21.490 pessoas. Já na área promocional, são 841 empresas que ocupam 43.353 pessoas, gerando receitas de R$ 3,6 bilhões.</p>
<p>Um outro dado interessante da pesquisa, que refere-se ao ano de 2009, detalha o volume de receitas estimadas por segmento atendido por agências de publicidade. As empresas nacionais privadas respondem por 56% da receita; as multinacionais por 27%; Governos e empresas estatais por 14%; a publicidade legal por 2%, e campanhas políticas por 1%.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Meio &amp; Mensagem</em></p>
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		<title>Conceito do design thinking entra na pauta da criação</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:00:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.atalhocomunicacao.com.br/conceito-do-design-thinking-entra-na-pauta-da-criacao/"><img align="left" hspace="5" width="120" height="120" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/ellen_kiss_foto_valor-150x150.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="Ellen" /></a>O conceito de design thinking está entrando no universo brasileiro da criação. O termo foi cunhado há cerca de cinco anos pela Ideo, empresa de design de Palo Alto, na Califórnia, para definir o método de inovação e design que foca na compreensão, por meio da observação direta, das coisas que as pessoas gostam ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de design thinking está entrando no universo brasileiro da criação. O termo foi cunhado há cerca de cinco anos pela Ideo, empresa de design de Palo Alto, na Califórnia, para definir o método de inovação e design que foca na compreensão, por meio da observação direta, das coisas que as pessoas gostam ou não gostam, querem e precisam, ainda que elas não tenham consciência disso.</p>
<p>Há pelo menos três anos o design thinking vem sendo empregado por companhias inovadoras brasileiras em áreas que vão do desenvolvimento de produtos e serviços a processos de implementação de software e inovação social. A própria Ideo atende empresas brasileiras como a Positivo, que já desenvolveu quatro produtos com esta técnica, e o Itaú, que está conduzindo uma amplo esforço de inovação em diversas áreas.</p>
<p>Mas começam a surgir no país empresas especializadas, como a Design Echos, que atua na área de inovação social e desenvolveu um projeto para a Fundação Telefónica, e a MJV, que participa de alguns projetos do Itaú, desenvolveu para a Seguradora Mapfre um projeto de inovação em atendimento e serviços para segurados do ramo de automóveis, e está iniciando com a Mills um projeto para implantação do SAP.</p>
<p>Segundo Ysmar Vianna e Silva, presidente da MJV, o design thinking permite aplicar os processos que os designers utilizam no desenvolvimento de projetos para resolver problemas corporativos. Isso envolve buscar as necessidades das pessoas a serem impactadas pelo produto, processo ou modelo de negócio. &#8220;Trata-se de um mergulho em pessoas por meio de observação de etnografia, que é uma maneira de fazer pesquisa de antropologia cultural, diferentemente de pesquisas quantitativa e qualitativa&#8221;, diz.</p>
<p>Em um projeto de design thinking, uma equipe multidisciplinar vai a campo para observar o comportamento das pessoas e interagir com elas. Desta observação são gerados insights e criados modelos multimídia. As ideias têm que passar pelo crivo da verificação, por meio da criação de protótipos que são validados com pesquisas de campo novamente.</p>
<p>A Design Echos teve o desafio colocado pela Fundação Telefónica de em oito dias coordenar o desenvolvimento do projeto para a sede do programa Lua Nova, que abriga meninas de rua que já são mães e estão em situação de risco social. O design thinking foi utilizado para coordenar o trabalho dos dois arquitetos e 12 estudantes de arquitetura que foram a campo conversar com as meninas e levantar todas as necessidades. &#8220;Usamos os conceitos de empatia, colaboração, co-criação e experimentação como preconiza o conceito, pesquisando o contexto das meninas. O objetivo era ter uma abordagem mais humana para projetar que soluções fariam sentido para elas&#8221;, diz Ricardo Ruffo, presidente da Design Echos.</p>
<p>Na Mapfre o conceito foi adotado em uma estratégia de inovação e diferenciação. Segundo, Paulo Rossi, diretor de marketing, a ideia era acabar com a imagem de que o setor de seguros é uma indústria que &#8216;não entrega o produto&#8217;. Para ele, muito dessa percepção negativa é porque as pessoas não sabem o que efetivamente contratam.</p>
<p>A empresa reuniu uma equipe de advogados, sociólogos, antropólogos, designers, atuários, profissionais de marketing e de desenvolvimento de produtos para conduzir o projeto Mapfre 2016, que vai consumir R$ 100 milhões em cinco anos. Essa equipe foi in loco verificar o que acontece quando o cliente precisa usar o seguro &#8211; observando o comportamento nos locais do acidente, em oficinas e nos reboques.</p>
<p>O primeiro projeto, o Traduzindo o Segurês, resultou em um modelo de apólice multimídia, com imagens e um kit de bolso com todos os passos que o segurado precisa dar a partir do momento do acidente. Outra iniciativa foi criar para cada um dos 1,5 milhão de segurados de automóveis uma página exclusiva na internet com private URL, com todas as informações referentes a sua apólice. O projeto entrou no ar em março e foi premiado com o Top de Marketing da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB).</p>
<p style="text-align: center;"><strong>MÉTODO QUER COMPREENDER OS DESEJOS DO USUÁRIO</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-1758 alignleft" title="Ellen" src="http://www.atalhocomunicacao.com.br/wp-content/uploads/ellen_kiss_foto_valor.jpg" alt="" width="255" height="407" />O design thinking ganha espaço no Brasil e, para atualizar-se sobre o tema, empresários de diversas áreas estão procurando o curso de curta duração e a pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM), seguindo uma tendência internacional. &#8220;Essa diversidade enriquece os participantes tanto na esfera acadêmica quanto na prática&#8221;, comemora a professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico, Ellen Kiss. Para ela, o aumento da procura, principalmente no último ano, pode ser explicado pela disseminação do conceito no mercado internacional e pelo esgotamento das técnicas tradicionais de inovação.</p>
<p><strong>O design thinking desmistifica a ideia de que ou as pessoas nascem criativas ou nada mais pode ser feito? É possível estimular a criatividade?</strong></p>
<p><strong>Ellen Kiss: </strong>Essa é uma percepção errada, míope. Todos nós somos criativos e a criatividade pode ser estimulada com a liberdade de fazer conexões, percepções, associações. A criatividade é a invenção, aquelas ideias lindas que nem sempre trazem benefícios reais para as pessoas. A inovação é a criatividade aplicada, quando conseguimos tornar viáveis as invenções, seja do ponto de vista produtivo ou financeiro. Essa inovação é resultado de métodos, de práticas, de processos. O design thinking é uma abordagem, um conjunto de técnicas que contribui para as pessoas e as empresas chegarem as essas inovações.</p>
<p><strong>O que esse modelo de pensamento tem de especial? </strong></p>
<p><strong>Ellen: </strong>Ele tem algumas características que permitem um processo de trabalho estranho para as organizações. Um deles é a colaboração. Nas empresas, uma área solicita alguma coisa para outra. A gestão de projetos acontece de forma linear. No design thinking isso não acontece. Trabalhamos no formato de colaboração, colocando todos os agentes em uma mesma área para trabalhar e criar coletivamente. Isso permite uma integração muito maior. Problemas que normalmente levariam muito tempo para ser resolvidos em um formato linear, são resolvidos em um período curto. Outra característica é a flexibilidade. É uma abordagem que tem uma linha mestre, mas que usa métodos, técnicas e ferramentas distintas, de acordo com a necessidade do projeto. Se preciso coletar informações sobre um determinado perfil de consumidor, uso uma ferramenta. Se preciso entender a utilização de um determinado produto, uso outra. E tenho a flexibilidade de integrá-las de acordo com meu objetivo. É uma características que as organizações não têm. Elas têm uma metodologia rígida, que raramente permite aos agentes pensar fora da curva.</p>
<p><strong>Qual o principal foco dessa metodologia?</strong></p>
<p><strong>Ellen: </strong>O foco de abordagem é totalmente no usuário, no indivíduo. É entender, compreender quais as reais necessidades, desejos das pessoas, como elas se relacionam com as outras ou com determinados produtos ou serviços. Muda o foco da capacidade produtiva de uma empresa para uma demanda do usuário. Isso permite criar soluções muito mais efetivas e acaba com o risco de as organizações criarem projetos que elas acham muito inovadores, mas quando vão para o mercado, mostram ser &#8216;mais do mesmo&#8217;. Outra coisa importante é a capacidade de lidar com uma quantidade grande de informações. Em uma organização, você tem informações da engenharia, com necessidades produtivas, do financeiro, porque as contas têm de fechar, e outras. Trabalhando bem o formato, consigo integrar tudo em um só mix e filtrar o que é realmente pertinente.</p>
<p><strong>Para as empresas, por que essa metodologia é relevante?</strong></p>
<p><strong>Ellen: </strong>O design thinking tira as empresas da zona de conforto. As companhias falam muito em inovação, mas quando pesquisamos quais os métodos usados para inovar, percebemos que elas usam pesquisas qualitativas, quantitativas, dentro de uma abordagem tradicional. Pode até resultar algo inovador de tudo isso. Mas os riscos são grandes. É preciso usar novos recursos.</p>
<p><strong>Quais são esses recursos? </strong></p>
<p><strong>Ellen: </strong>São várias técnicas que nos permitem um entendimento maior do usuário. Usamos, por exemplo, a técnica do diário. Conhecemos toda a rotina de uma pessoa, suas relações com os produtos, por meio de um diário que ele escreve durante um certo período de tempo. Vou fazer uma investigação muito mais profunda a respeito do indivíduo do que uma pesquisa quantitativa poderia me fornecer. As pesquisas tradicionais normalmente nos dão informações sobre produtos e serviços reais, algo que as pessoas já experimentaram, já utilizaram. Mas são muito ineficientes para projetar o futuro, quando nosso objetivo final é criar cenários, é inovar.</p>
<div><em>Fonte: Valor Econômico</em></div>
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