Quem estuda também ensina!

Caroline Chaves e Joelma ValverdeCaroline Chaves é estudante de Comunicação Social na Universidade Estácio de Sá. Em 2009, ganhou o prêmio de 1º lugar no Concurso Aberje de Mídias Sociais ao divulgar o evento nas novas mídias.

Como foi participar e ganhar o 1º Concurso Aberje de Mídias Sociais?

Foi uma experiência muito boa participar do concurso Aberje, independente de ganhar. Eu e minha dupla, Joelma Valverde, tivemos a oportunidade de entrevistar pessoas que antes só admirávamos o trabalho e trocar informações e opiniões com profissionais com muita vivência no mercado. Além disso, o nível dos outros participantes era tão bom quanto o nosso, então, ganhar foi realmente surpreendente.

Quais estratégias você e a sua dupla traçaram para utilizar as Mídias Sociais?

A nossa estratégia foi seguir exatamente o Planejamento que foi enviado para a Aberje, Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, para a divulgação do 3º Congresso Aberje Rio. Escolhemos criar um link com todas as mídias sociais para divulgar o evento durante o mês da competição. Sendo assim, quem tivesse acesso ao blog poderia conhecer também o nosso Facebook, Orkut e Twitter, onde postávamos vídeos e matérias sobre assuntos que seriam tratados no Congresso de Comunicação Empresarial. Além disso, adicionamos e seguimos pessoas do meio empresarial e procuramos criar laços com os usuários para ficar mais próximo. Ou seja, não enviávamos o mesmo recado para todos e, sim, recados individuais. Procurávamos responder o mais rápido possível todas as perguntas.

De que forma você acredita que as Mídias Sociais podem influenciar o mercado de Comunicação e Marketing?

É fato que as mídias sociais despertaram certo modismo e esse é o erro de uma marca, produto ou empresa que entra no mercado pensando dessa forma. As mídias sociais são ótimas ferramentas de Comunicação, mas, assim como as mídias convencionais, devem ter um propósito de uso. É claro que as mídias sociais são ferramentas importantes, mas que não substituem a Publicidade convencional. Funcionam como um adicional que deve ter os mesmos cuidados e talvez até um cuidado maior, pois os usuários dão um feedback muito mais rápido. A marca vai estar inserida no ambiente dos usuários e ninguém quer ouvir falar de benefícios de produto o tempo inteiro. Uma boa estratégia foi a da Skol que, além de estar no Twitter e divulgar a marca, “twitta” dicas de músicas, sites interessantes e festas, sem bater na mesma tecla do produto o tempo inteiro. Acho que no sentido de trazer maior proximidade, as redes sociais saem ganhando e geram uma mudança no mercado, porque agora o usuário pode falar para muitos e não poupa essa liberdade quando tem que elogiar ou criticar algo, o que pode ser um benefício ou não para a marca/produto/empresa.

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